RIO BRANCO - Nesta segunda-feira (1), o rio Acre estava medindo 1,88 metros de profundidade, onze centímetros mais baixo que o registrado, no mesmo período, em 2005, ano em que o estado passou pela mais forte e intensa seca registrada nas últimas duas décadas.
A tendência para os próximox dias é baixar ainda mais, tendo em vista a severidade comumente detectada nos meses de agosto e setembro. As coordenadorias de Defesa Civil do Estado e dos municípios mantêm o monitoramento diário dos rios da região, especialmente do rio Acre, que abastece a maior parte da população da capital.
O auxiliar técnico em hidrologia da Defesa Civil do município, Francisco da Silva Lima, diz que todos os cuidados estão sendo tomados no sentido de manter os órgãos de meio ambiente informados sobre o comportamento do rio. O assessoramento faz com que as instituições estejam preparadas para gerenciar qualquer crise e amenizar os efeitos da seca na população.
O Boletim da Divisão de Meteorologia e Climatologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) aponta para a possibilidade de chuvas em áreas isoladas, inclusive para a região de Brasiléia, onde fica localizada parte da nascente do rio Acre. No entanto, a previsão sobre as altas temperaturas continua, e deve se estender até o início do mês de outubro, quando voltam às chuvas.
Fonte: Portal Amazônia
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