Quem busca segurança na “hora H”, compra preservativos antes do Carnaval. Já quem não atenta para a prevenção, adquire testes de gravidez e medicamentos para o tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), após as folias de “Momo”.
Já a gerente da Drogaria Nazaré no boulevard, Ediane Lima, apontou que as vendas aumentam antes, durante e após o período. “Aqui na nossa loja temos um aumento médio de 20% a 30% nesses produtos. Dentre todas as marcas e modelos diferentes de preservativos e testes de gravidez, os produtos com valores mais baixos ainda são os que tem mais saída”, frisou.
Segurança
Não basta atentar para a compra do preservativo. As pessoas também devem procurar produtos com o selo de qualidade do Inmetro. Na última terça-feira (7), o Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem-AM) fiscalizou lojas de fantasias e farmácias para analisar se os preservativos vendidos possuem o selo de qualidade. “Essas fiscalizações acontecem durante todo o ano, mas são itensificadas no período do Carnaval. O objetivo é verificar se as farmácias e drogarias cumprem a legislação”, explicou o diretor presidente do Ipem, Márcio André.
Segundo o coordenador de DST/Aids do Amazonas, Noaldo Lucena, a quantidade de camisinhas sem o selo do Inmetro diminuiu este ano. “Com relação às doenças sexualmente transmissíveis e a utilização de preservativos, temos observado a diminuição expressiva do número de camisinhas que ainda chegam as prateleiras sem o selo”, destacou.
De acordo com Jessé Souza, os clientes demonstram preocupação quanto à qualidade dos preservativos. “Hoje temos no mercado vários fabricantes de camisinhas masculinas que oferecem aos consumidores vários modelos e diferentes especificações técnicas. Temos acompanhado que o cliente não tem mais vergonha de entrar na farmácia e pegar qualquer marca, ao contrário, há a preocupação com o produto que está levando”, disse o gerente.
Fonte: Portal Amazônia
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