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Ser, como um ser, qual o problema? - Por: Priscilla Gusman

20/11/2017 - [12h:22m] - Artigos      Diminuir Aumentar

Temos muitos de nós, por isso que escrevo no plural, dificuldade de, em certas ocasiões aceitarmos as coisas como são ou estão.

Também olhamos para os outros e indagamos o que leva os comportamentos de tantos, sugestionados, influenciados pelas redes sociais, mídia televisiva  em ser como a maioria.

Pergunto: posso ser como sou em um mundo tão tecnológico, moderno e globalizado? Respondo sim em letras maiúsculas sem pestanejar!

Corremos o risco de sermos excluídos de muitos grupos, pois somos apartidários a este ou aquele; seremos rejeitados pela nossa forma de pensar, expressar, já que a liberdade de expressão nos permite desde que sem acusações ou prejulgamentos direcionados a pessoa especifica, nos ditames da lei, configura racismo, preconceito, constrangimento, entre outros adjetivos do direito.

Concordo sim em preservar a quem seja, mas acontece com muita freqüência, penso, talvez, pelas nossas crenças de ordem  cultural, educacional de pessoas em que muitos convivemos e reprimimos nosso jeito de ser, para ser aceito, ao clube dos tais movidos pela massa”...

Pessoas podem e devem ser como são, podem melhorar aprimorar sua desenvoltura, em todos os aspectos que a envolvem sem a necessidade de aceitar o que lhe é ofertado, quer seja na questão financeira, educacional, cultural, mas pode sim, usar essas ferramentas como principio inicial.

Nem toda pessoa que nasce em uma comunidade de baixa renda, significa que está enfadada a ser bandido; nem todo aquele que tem uma condição  financeira precária, será eternamente assim, pois tudo, tudo mesmo, neste nosso planeta é impermanente, modifica a todo instante, aos nossos olhos, constantemente...

As linhas dos livres pensadores que já existiram nos outros séculos, enxergaram um campo de grandes mudanças a partir do modificar o ponto de visão, reaplicando um conceito preexistente em um novo patamar de possibilidades, a partir de um principio ignorado.

Alguns tem o domínio pelo uso de palavras e persuasão e movimentam massas, por muitas vezes, inertes a verdadeira, mas não absoluta realidade, já que estão na fantasia e ilusão de algo meio mágico, milagroso.

Se não saímos em busca de nossas metas, o outro não o fará, pois somos os únicos responsáveis, como no titulo de ser  como um ser humano, não há problemas.

Este biotípo tem virtudes, defeitos, sonhos, paixões, enganos, tristezas, perderia o espaço para enumerar como somos e o que  possuímos em nós.

Sabe de uma coisa? Voce tem uma fantástica ferramenta que pode fazer uso em todo o tempo e assim, fazer parte da grande e eficaz minoria mais saudável: não seguir o fluxo da maré alta, entre as “tempestades” que muitos mergulham, mas, na ação de escolher como voce quer ser, esforçar-se para alcançar  o mais aproximado biotípo de ser que pode desenvolver.

O primeiro passo deste processo consiste em remover ai de dentro, estes detritos emocionais, condicionamentos e pagar o preço de ser livre para vivenciar o que voce pode sim, se tornar, não para os outros, mas para a pessoa mais importante desta existência.

Sem dogmas, paradigmas ou cunho espiritual ou religioso, somos quem criamos nosso cotidiano, pelas escolhas que fazemos que nos geram atitudes positivas ou não.

Evidentemente,  um resultado se apresenta como produto, isto é um fato irrevogável.

Voce é quem opta por sentir!

Pense nisso!

Amor e luz!

Priscilla Gusman 

Fonte: Priscilla Gusman

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