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Varejão volta bem, se emociona, mira NBA e tem quatro propostas do NBB

28/11/2017 - [20h:02m] - Esportes      Diminuir Aumentar

Longe do basquete desde fevereiro, quando foi dispensado pelo Golden State Warriors, da NBA, Anderson Varejão matou as saudades. Das quadras e da seleção brasileira. E se emocionou. Destaque do Brasil nas vitórias sobre Chile e Venezuela, pelas Eliminatórias para o Mundial da China, o pivô não segurou a emoção ao comentar sobre o retorno, as dúvidas que foram colocadas sob a sua performance e também da sensação de treinar quase dez meses sozinho em Cleveland, nos Estados Unidos. Com os olhos marejados, o pivô de 35 anos agradeceu a todos que confiaram na sua capacidade de vencer mais essa etapa justamente no dia em que jogou pela primeira vez na Arena Carioca 1, justamente o palco olímpico em que não pôde estar por conta de uma hérnia.

- Me senti muito bem. Passei no ano passado por um momento muito triste, fiquei fora das Olimpíadas no Brasil, dentro de casa. Foi um momento triste na minha carreira. O mais importante é que pude superar mais esse momento, esse obstáculo que tive na minha frente e voltar bem. Estou me sentindo bem, fiz minha estreia aqui. Comentei com o Fulvio depois do jogo contra o Chile que no aquecimento, tive vontade de chorar. Estava desde fevereiro sem jogar. As pessoas não entendem a dificuldade de se treinar sozinho. Eu que estou sem time, esperando para ver o que vai acontecer, é duro - garantiu Varejão.

 
Varejão se emocionou durante coletiva do Brasil (Foto: Thierry Gozzer)Varejão se emocionou durante coletiva do Brasil (Foto: Thierry Gozzer)

Varejão se emocionou durante coletiva do Brasil (Foto: Thierry Gozzer)

Nas próximas semanas, o pivô promete definir seu futuro. De concreto, Varejão tem quatro propostas de equipes do Novo Basquete Brasil. O Flamengo colocou números sob a mesa e Franca, que já trouxe Leandrinho, fez o mesmo. O Minas Tênis Clube sondou o staff do atleta, e mais uma equipe do NBB também. Mas Anderson não esconde de ninguém que sua intenção é voltar para a NBA. Se não der certo, uma equipe de ponta da Europa também estaria à frente das equipes brasileiras. Perguntando mais uma vez sobre o futuro, disse não ter se decidido. O fato é que para fevereiro, na próxima janela com a seleção, Petrovic espera que Anderson esteja em ação por alguma equipe e não treinando sozinho.

 

- Para mim é muito importante que o Anderson firme um contrato logo com alguma equipe e volte a jogar normalmente. Que firme na NBA e não o tenha na segunda janela, tudo bem, mas que fique top, treinando, em forma. Para nós é muito importante - explica o treinador, que deu a responsabilidade ao pivô de ser o capitão da equipe.

 
Varejão mostrou muita vontade no jogo contra a Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)Varejão mostrou muita vontade no jogo contra a Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)

Varejão mostrou muita vontade no jogo contra a Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)

A próxima janela Fiba acontece em fevereiro, e o Brasil enfrenta a Colômbia no dia 22 de fevereiro. Depois, no dia 5, encara o Chile. Os dois jogos serão no país, mas sem local definido. A Arena Carioca 1 pode voltar a receber uma dessas partidas. Belém, no Pará, é outra candidata, assim como Goiás, que apresentou proposta para receber a seleção brasileira.

Como cita Petrovic, caso feche com a NBA, o que não parece fácil por conta do tempo que ficou inativo e da falta de propostas até aqui, Anderson ficaria distante da seleção brasileira. Das próximas cinco janelas até o fim da Eliminatória, apenas em duas a liga americana não terá partidas. Anderson sabe que uma situação influenciaria a outra, mas prefere esperar e só pensa em passar alguns dias de descanso com a família no Espírito Santo.

 

- Por um lado é bom fechar um contrato, ter um time na NBA, mas por outro tem a questão da seleção. Mas ainda não tem nada, eu não sei, para falar a verdade. Todo mundo me perguntando. Não tenho nada decidido. A única coisa que sei é que amanhã (nesta terça-feira) estou indo para Vitória, para casa, passar duas semanas com a minha família e vamos ver o que vai acontecer - explica o jogador.

 
Varejão deixa a quadra durante partida entre Brasil e Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)Varejão deixa a quadra durante partida entre Brasil e Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)

Varejão deixa a quadra durante partida entre Brasil e Venezuela (Foto: Thierry Gozzer)

Com 16 pontos e 12 rebotes, o pivô brilhou contra a Venezuela, mas também deu um susto. No terceiro quarto, caiu na quadra de ataque e sentiu o joelho. Foi para o banco e deixou a todos preocupados. Minutos depois, contudo, já estava jogando novamente.

- Nunca é bom quando acontece isso em uma partida. Você fica preocupado na hora, mas não foi nada demais, tanto é que voltei a jogar no último período e isso é muito importante para mim - conta Varejão.

Fonte: globo.com

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