"Observamos que, diferentemente da estrutura existente nas agências bancárias, em shoppings, lojas, órgãos públicos e outros locais de acesso público em que são instalados esses terminais, não há qualquer planejamento ou adaptação para o aprimoramento da segurança", diz a promotora de Justiça Cristina Corso Ruaro, responsável pelo inquérito civil.
O Ministério Público (MP) enviou ofícios a sete órgãos, dando prazo de dez dias para suas respostas. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por exemplo, terá que esclarecer as as providências tomadas para garantia da segurança. O MP também convocou a entidade para uma audiência no dia 23 de fevereiro, em Curitiba, a fim de debater o assunto.
Além da Febraban, foram oficiados a Associação Comercial do Paraná (ACP), Associação Paranaense de Supermercados (APRAS), Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana (Sindivigilantes), Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis (Sindicombustíveis) e Associação dos Municípios do Paraná (AMP), para que, também no prazo de dez dias, prestem informações sobre a ocorrência de explosões a caixas eletrônicos nas dependências de seus associados.
Só neste ano de 2012, houve 24 ataques a caixas eletrônicos no Paraná, sendo 13 com o uso de dinamite.
Fonte: Assessoria
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