Apesar de todo otimismo que vem sendo imposto pelos governantes brasileiros e nos Estados, o momento exigirá cuidados mais que especiais para romper a recessão econômica e as consequências diretas na geração de novos empregos e manutenção crescente das taxas de receitas dos cofres públicos.
Nessa hora difícil, cabe à união das entidades de classe, abertura de conversações com os movimentos produtivos e como nunca, um forte choque de gestão e de planejamento.
O setor produtivo rondoniense sempre seu mostras de estar acima da media nacional e em momentos mais preocupantes que o atual, mostrou competência em manter o crescimento econômico. O atual governo tem mostrado sensibilidade pública, usando através da SEDES, todas as ferramentas possíveis para manter o otimismo no setor produtivo, com ênfase ao microcrédito através do banco do povo, incrementos importantes para novos programas no setor primário do agronegócio, além de construir novas alternativas visando auxiliar os segmentos das micro e pequenas industrias, seja de alimentos, vestuário e agregação de valores a produção vinda do campo.
Os estados da federação que souber construir caminhos e alternativas em suas políticas públicas visando não deixar que a atual crise mundial atrapalhe o seu pleno crescimento industrial, agroindústria e comercial, sairá na frente do progresso nos anos vindouros.
A manutenção dos postos de trabalho gerados nos últimos anos nas agroindústrias rondonienses e nos pujantes comércios será uma tarefa árdua e deverá contar com total apoio do governador as suas secretárias ligadas aos setores produtivos e de incentivos fiscais.
Rondônia apesar dos percalços momentâneos vivenciados nas últimas décadas ligadas ao setor industrial e agroindústria, com o período das crises energéticas e falta de infraestruturas em seus parques industriais nos vários municípios, soube romper os desafios, passo a passo e agora, conta com uma nova filosofia de gestão, abrindo diálogos, ouvido as críticas construtivas, reformulando a sua agenda positiva ao setor produtivo e chamando as lideranças empresariais para somar esforços para vencer a crise econômica mundial, com ousadia, dialogo e novos projetos.
O momento delicado da economia mundial, com reflexos diretos nos mercados produtivos brasileiros, exige de todos os empreendedores reflexões, novos planejamentos e ousadias de negócios, que somado as medidas do governo federal e do Estado de Rondônia, certamente permitirá dar um salto positivo no progresso regional.
As críticas que não estiverem acompanhadas de sugestões construtivas só atrapalhará o pleno desenvolvimento regional. O momento é unir todos os segmentos em projetos e programas que traga crescimento na geração de novos empregos e acima de tudo, manutenção da atual força econômica que representa atualmente Rondônia no cenário da Amazônia Legal e até brasileira, em suas balanças comerciais de exportação.
Acredito, pelos meus conhecimentos da administração pública, que Rondônia esta muito bem preparada para apoiar o setor produtivo nesse momento de preocupação econômica mundial. Com um novo planejamento e gestão publica, governo do estado, prefeituras e empresas de economia mista deverá fechar as torneiras dos desperdícios do dinheiro público, além de racionalizar como nunca os gastos com a manutenção das máquinas administrativas, (secretárias), mesmo sendo um ano atípico, com eleições municipais e muita pressão política.