Giliane Perin - Aconteceu nesta quinta-feira, 15, no auditório da Unesc, a abertura da 1ª Conferencia Municipal sobre Transparência e Controle Social. A Conferência tem como objetivo principal promover a transparência pública e estimular a participação da sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública, contribuindo para um controle social mais efetivo e democrático. A Conferência Municipal é uma etapa preparatória para a 1ª Conferência Estadual e depois a Nacional sobre Transparência e Controle Social. Durante a abertura, o Promotor de Justiça, Dr. Everson Pini, ministrou uma palestra abordando, principalmente, o combate a corrupção.
Para a Controladora Geral do Município e Coordenadora Executiva da Conferência Municipal, Eliane Dias Rosa Pereira Lima, a Conferência deve ser vista como um momento de integração entre a administração pública e a sociedade. “Este é um momento de debate entre a comunidade, onde ela pode apontar como o governo deve agir. Muitas vezes um governo falha pela ausência desta parceria entre sociedade e governo, então se a comunidade se preocupar em manter um controle sobre a administração pública, o governo agirá de forma correta. A comunidade deve fiscalizar o que está sendo feito e a forma como se está sendo feito”, concluiu Eliane Pereira Lima.
Já na sexta-feira, durante todo o dia, diversas atividades foram desenvolvidas. Na parte da manhã, além da votação do regimento interno da Conferência, houve um painel sobre as “Formas de Controle Social em Cacoal” e a realização de oficinas. No período da tarde, há a continuação das oficinas, a “Priorização de ideias”, e a eleição de 9 delegados, que participarão da Conferência Estadual. A 1ª Conferencia Municipal sobre Transparência e Controle Social está prevista para ser encerrada no final da tarde.
A Conferência teve como eixos temáticos: 1 – Promoção da transparência pública e acesso à informação e dados públicos; 2 – Mecanismos de controle social, engajamento e capacitação da sociedade para o controle da gestão pública; 3 – A atuação dos conselhos de políticas públicas como instâncias de controle, e: 4 – Diretrizes para a prevenção e o combate à corrupção.